Entrevistas


Histórias de sucesso #52: Diógenes Portela S. S. Torres – TJPE, MPAL, MPPI e MPMA

Olá pessoal!

Hoje o histórias de sucesso é com Diógenes Portela, aprovado no TJPE, MPAL, MPPI e MPMA!

Ele gentilmente nos concedeu a entrevista que segue:

Nome: Diógenes Portela S. S. Torres

Data de nascimento: 1986

Naturalidade: Ceará

01 - Concurso(s) para magistratura qual(is) foi aprovado:

R: TJPE

02 - Outros concursos em que foi aprovado:

R: MPAL, MPPI e MPMA.

03 - Período de estudos até a primeira aprovação em concursos de magistratura:

R: cerca de 04 anos.

04 - Trabalhou durante os estudos? Cargo?

R: Sim. Técnico Judiciário e Analista Judiciário.

05 - Tempo médio de estudos diário:

R: 04 a 07 horas.

06 - Quantas matérias diferentes lia por dia? E em uma semana?

R: 02 por dia e 14 por semana.

07 - Estudava sábados/domingos/feriados?

R: Sim.

08 - Utiliza grupos de facebook/whatsapp para estudar? Acredita que valha a pena?

R: Não utilizava por falta de tempo. Mas acredito que vale a pena toda e qualquer forma de estudo que auxilie na fixação das matérias.

09 - Fazia resumos/cadernos ou utilizava algum feito por outras pessoas?

R: Em algumas matérias.

10 - Fazia revisões do estudo nos moldes propostos por coachings (24h, 48h, 7 dias etc)? Com qual frequência?

R: Não. A sistemática é inviável para quem dispõe de pouco tempo.

11 - Com qual frequência fazia exercícios para prova objetiva?

R: Não fazia.

12 - Com qual frequência lia “lei seca”?

R: Todos os dias.

13 - Com qual frequência lia jurisprudência? Lia diretamente dos sites dos Tribunais Superiores ou através de outros sites (como dizer o direito ou EBEJI)?

R: Quase todos os dias. Inicialmente lia nos sites dos Tribunais. Após, somente no dizer o direito.

14 - Indicaria algum curso online com foco em magistratura/carreiras jurídicas?  Indicaria algum curso de oratória para a fase oral?

R: Sim.

15 - Indica algum método diferenciado de estudos para alguma das fases (objetiva/discursiva/sentenças/oral)?

R: Objetiva: lei seca; Discursiva e oral: intensas revisões por resumos ou sinopses.

16 - Estudava a banca/examinadores responsável pela elaboração das provas da segunda fase em diante?

R: Apenas em concursos específicos, como o TJDFT.

17 - Se o tribunal é responsável pela elaboração das sentenças e tem um posicionamento diverso do pacificado nos Tribunais Superiores, adotaria qual posicionamento?

R: O do tribunal responsável pela elaboração das sentenças, ressaltando os demais posicionamentos.

                                                     BIBLIOGRAFIA

Quais livros/autores ou cursos/cadernos indicaria para os estudos nas matérias abaixo (se possível, especificar o professor de cada matéria nos cadernos/cursos):

Direito Administrativo – José dos Santos Carvalho Silva;

Direito Ambiental – Frederico Amado;

Direito Civil – Flávio Tartuce;

Direito Constitucional – Pedro Lenza, Bernardo Gonçalves Fernandes e Dirley da Cunha Jr;

Direito do Consumidor – Rizzato Nunes e Felipe Peixoto Braga Neto;

Direito do Eleitoral – José Jairo Gomes;

Direito Empresarial – André Luiz Santa Cruz Ramos;

Direito da Criança e do Adolescente – Eca comentado da juspodivm;

Direito Penal – Parte Geral – Cléber Masson, Rogério Sanches e Cezar Roberto Bitencourt;

Direito Penal – Parte Especial do Código Penal – Cléber Masson;

Direito Penal – Legislação extravagante – Renato Brasileiro;

Direito Processual Civil – Daniel Assunção e Fredie Didier;

Direito Processual Penal – Renato Brasileiro e Nestor Távora;

Direito Tributário – Eduardo Sabbag;

Humanística – Miguel Reale, Lenio Streck e outros;

Sentença Cível – Nagib Slaibi Filho;

Sentença Penal – Ricardo Augusto Schmitt.

 É isso! Até a próxima!

Histórias de sucesso #51: Nayara de Lima Moreira Antunes– TJAM, DPAM E DPRR

Olá pessoal!

Hoje o histórias de sucesso é com Nayara de Lima, aprovada no TJAM, na DPAM e na DPRR!

Ela gentilmente nos concedeu a entrevista que segue:

Nome: Nayara de Lima Moreira Antunes

Data de nascimento: 20/12/1986

Naturalidade: Manaus-AM

01 - Concurso(s) para magistratura qual(is) foi aprovado:

R: Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas. Também fui aprovada nas segundas fases do TJPA (2012) E TJAC (2012).

02 - Outros concursos em que foi aprovado:

R: Defensor Público – Amazonas (meu cargo atual); Defensor Público – Roraima. Agente Tecnico Jurídico (analista) do Ministério Público-AM e Analista Judiciário (TRF 1).

03 - Período de estudos até a primeira aprovação em concursos de magistratura:

R: 6 anos.

04 - Trabalhou durante os estudos? Cargo?

R: Sim. Trabalhei desde o 1º período da faculdade como técnica judiciária no Tribunal de Justiça do Amazonas, cargo para o qual fui aprovada em concurso no ano de 2005. Permaneci no TJAM até ser aprovada na Defensoria Pública do Amazonas, pois, após formada, em 2010, passei a exercer o cargo de assessora de juiz e, logo em seguida, de diretora de secretaria, que permitiam a prática jurídica e um bom salário para manter minha família e as despesas com os concursos.

A partir de 2013, assumi o cargo de Defensora Pública no Amazonas. De início, no interior do Estado e, em 2016, na capital. 

05 - Tempo médio de estudos diário:

R: Tudo dependia da existência ou não de edital e da fase dos estudos. No começo, logo após formada, fazia curso telepresencial (LFG) e, além das horas no cursinho (umas 3 horas diárias), buscava estudar mais 3 horas. Saía do trabalho e ia pra biblioteca do cursinho e depois, quando chegava do cursinho, estudava mais um pedaço em casa. Isso foi por mais ou menos 1 ano e meio.

Quando terminei o cursinho estudava em média 4 horas diárias.

Em tempos de edital buscava tirar férias, aproveitar recesso e feriados para potencializar os estudos, chegando a estudar por 14 horas/dia.

Quando iniciei as atividades como Defensora Pública o tempo ficou complicado. Logo no início, quando fui para o interior (início de 2014), sobrava menos de 1 hora por dia para estudar. De qualquer forma, todos os dias lia algo, nem que fosse só jurisprudência.

Depois que fui transferida para uma comarca mais próxima da capital (2015) passei a estudar em média 3 horas por dia.

Por fim, ao sair o edital do concurso dos meus sonhos (TJAM), eram no mínimo 7 horas por dia nos dias de trabalho e 12 horas/dia nos feriados, fins de semana e férias. Nos períodos mais próximos da prova (15 dias antes), em média 14 horas/dia, pois pedia férias e saía de casa somente para o essencial.

Acho importante ressaltar que o estudo de longo prazo (sem edital) eu buscava fazer sempre de forma moderada, sem muitas horas diárias, pois me preservava para os períodos pós-edital, para mim muito importantes para guardar informações na memória recente.

06 - Quantas matérias diferentes lia por dia? E em uma semana?

R: Por um tempo usei um site chamado Tuctor, que auxiliava na distribuição proporcional do tempo conforme o edital do concurso. Depois passei a fazer minha própria divisão. Usava como base o edital da magistratura estadual e meu período para ver todas as matérias do concurso (13 ou 14) era de uma semana, ou seja, estudava 2 matérias por dia. Procurava colocar matérias menos densas junto com matérias mais pesadas (conforme minhas dificuldades). Por exemplo: tributário era sempre mais complicado, então colocava junto com administrativo, mais fácil de entender.

07 - Estudava sábados/domingos/feriados?

R: Sim, especialmente com edital aberto. Sem edital, o estudo dos domingos era pequeno: no máximo 2 horas. Aproveitava para dormir até mais tarde, almoçar com a família e sair um pouco.

08 - Utiliza grupos de facebook/whatsapp para estudar? Acredita que valha a pena?

R: Utilizei um grupo do facebook: mege. Nas fases de sentença utilizei grupos de whatsapp com outros candidatos do mesmo concurso.

Para a prova oral passei a seguir algumas contas de instagram, que foram o diferencial para conseguir conteúdo rápido e atualizado: bom no direito, ouse saber, senivaldo júnior, rodolfo tomaz.

09 - Fazia resumos/cadernos ou utilizava algum feito por outras pessoas?

R: Fazia meus próprios resumos de jurisprudência e esse reputo um ponto diferencial na minha aprovação em 1º lugar na fase objetiva da magistratura do TJAM.  Eu estudei os informativos de frente pra trás. Isso mesmo: do mais recente para o mais antigo. É um “estudo retroativo” de jurisprudência. Eu utilizava os informativos completos do Dizer o Direito (não a versão resumida), para compreender a matéria de maneira mais abrangente, entender o julgado e o assunto por trás dele. Quando tinha muita dúvida ia diretamente ao acórdão ou voto. Isso me ajudava a memorizar melhor. Conforme a disciplina estudada no dia (ex.: penal e processo penal) eu estudava os julgados pelo Dizer o Direito. Não era o assunto do dia (ex.: prisões/sentença), mas sim a matéria mesmo: tudo de direito penal e tudo de processo pena que tivesse no informativo. Todos os dias, ao terminar a leitura da matéria, ia para os informativos do STJ e STF, lia os julgados relativos às disciplinas do dia e fazia pequenos resumos manuscritos. Sempre observando a ordem cronológica do mais recente para o mais antigo. Só passava para o informativo anterior quando esgotava o mais recente. E quando lançavam o novo eu logo tratava de ler também para acrescentar nos resumos. E assim fui, cronologicamente, esgotando todos os informativos de 2016 a 2012. Essa metodologia me ajudou a compreender o posicionamento atual dos Tribunais, bem como a saber a evolução e os julgados antigos, muitas vezes cobrados em prova

Exemplo do meu resumo:

PROCESSO PENAL – STF 2016

#INFO 842

  1. Execução provisória da pena (Decisão em medida cautelar em ADC)

- É possível após acórdão condenatório de 2º grau mesmo que haja RE ou REsp, pois estes não possuem efeito suspensivo e não discutem fatos e provas, apenas direito.

- Não ofende presunção de inocência. É possível estabelecer limites à presunção de culpabilidade.

- Segundo a OAB, que propôs a ADC, o art. 283 do CPP só admite prisão em virtude de flagrante/ordem escrito e fundamentada de autoridade judiciária competente/sentença com trânsito em julgado. STF respondeu que o art. 283 do CPP não afasta outros tipos de prisão.

Importante lembrar:

→ O cumprimento provisório exige apenas acórdão condenatório. Assim, se o réu foi absolvido em 1º grau e depois condenado em 2º grau, pode ser preso.

→ E se o réu, após ser preso, é absolvido pelo STF em RE. Há direito a indenização? Em regra NÃO. O STJ entende que nesse caso a responsabilidade do Estado não é objetiva.

→ É possível evitar a prisão por meio de cautelar ou HC no STJ ou STF.

  1. Condenado que pratica falta grave nos 12 meses anteriores à publicação do decreto de indulto natalino não tem direito ao benefício mesmo que a homologação da penalidade ocorra após o decreto.

- Assim, é a própria falta disciplinar que deve ter ocorrido antes da publicação do Decreto, não importando que sua homologação tenha sido posterior.

# INFO 841 – sem julgados de Processo Penal

# INFO 840 – sem julgados de Processo Penal

E assim por diante…Lembrando que eu fazia sempre manuscrito, por ser mais rápido para mim e me ajudar a memorizar mais fácil. Às vezes lembrava até do jeito que tinha anotado na página (rs). Para isso utilizava folhas de caderno, que eu destacava, grampeava e guarda em pastas por matéria.

Sobre os meus resumos de doutrina, passei a fazer algo diferente do estudo que fazia antigamente: em vez de resumir em cadernos ou fichas, fazia bem pequenos resumos em post its e colocava na parede ou na própria página do livro. Isso me ajudava a lembrar tudo mais rápido e buscar os detalhes na página do livro, caso necessário.

No começo achava que fazer resumos era cansativo, mas com o tempo percebi que esse material facilitava extremamente o período pré-prova, pois a revisão ficava muito mais rápida. Então tratei de fazer resumos breves nos post-its.

Utilizava também os resumos do “foca no resumo”, super atualizados, bem feitos e com muita informação de doutrina e jurisprudência. Além disso, gratuitos. Utilizava também o material do João Lordelo: qualidade!

10 - Fazia revisões do estudo nos moldes propostos por coachings (24h, 48h, 7 dias etc)? Com qual frequência?

R: Nem sempre conseguia. O certo é que todas as semanas via todas as matérias do edital. Não deixava um espaço maior que 7 dias para estudar a mesma disciplina.

11 - Com qual frequência fazia exercícios para prova objetiva?

R: Todos os dias.

12 - Com qual frequência lia “lei seca”?

R: Para a prova objetiva, todos os dias.

13 - Com qual frequência lia jurisprudência? Lia diretamente dos sites dos Tribunais Superiores ou através de outros sites (como dizer o direito ou EBEJI)?

R: Todos os dias. Dizer o Direito na veia!

14 - Indicaria algum curso online com foco em magistratura/carreiras jurídicas?  Indicaria algum curso de oratória para a fase oral?

R: Gosto muito do curso carreiras jurídicas do CERS. Acho o conteúdo completo e o corpo de professores excelente. Para quem está no início dos estudos para a magistratura ou precisa/quer formar um bom caderno de estudos é um bom curso. Podem ser feitos também cursos de matérias isoladas.

O CP iuris me ajudou muito com a P2 e as sentenças. Para mim é o melhor nessa fase.

Fiz alguns simulados para a prova oral com o MEGE on line. Gostei bastante. Fiz também simulados com o professor Marcelo Lage, via skype, que me ajudaram a desenvolver a habilidade de abordar e ampliar temas da prova oral.

Não fiz especificamente curso de oratória. Fiz um simulado presencial com o Curso Vocabulum, meu primeiro simulado e que me fez ver minhas deficiências para a prova oral.

O curso que fez a maior diferença na minha preparação foi o AEJUR, em Brasília. Foram 2 dias de curso, um dia para estudo do ponto sorteado e um dia de simulado. Esse curso foi o polimento que eu precisava para subir minha nota. Subi algumas posições com a nota da prova oral. As informações passadas pelo curso vão desde a parte de fonoaudiologia, etiqueta, postura, desenvolvimento de ideias, até a parte jurídica propriamente dita. Muito completo, profissional e sem impor padrões de comportamento para prova oral. O simulado oferecido, por fim, é idêntico à prova real e com avaliação pormenorizada pelos membros da banca.

15 - Indica algum método diferenciado de estudos para alguma das fases (objetiva/discursiva/sentenças/oral)?

R: O estudo “retroativo” de jurisprudência que indiquei acima.

16 - Estudava a banca/examinadores responsável pela elaboração das provas da segunda fase em diante?

R: Sim. Geralmente dividia com colegas a pesquisa de julgados, artigos e outros trabalhos dos membros da banca.

17 - Se o tribunal é responsável pela elaboração das sentenças e tem um posicionamento diverso do pacificado nos Tribunais Superiores, adotaria qual posicionamento?

R: Não passei por essa situação nas provas de sentenças dos diferentes tribunais em que participei, mas se me ocorresse eu me filiaria ao entendimento dos Tribunais Superiores, de maneira fundamentada. É um risco em caso de concursos públicos, mas compreendo que se quer de um juiz um posicionamento claro e fundamentado, que explicite às partes suas razões de decidir. Assim, se a sentença, ainda que contra a jurisprudência do tribunal, encontrar esteio na jurisprudência pacífica dos tribunais superiores, estiver com boa técnica e apresentação, possui chance de ser bem avaliada pelos examinadores.

                                                    BIBLIOGRAFIA

Quais livros/autores ou cursos/cadernos indicaria para os estudos nas matérias abaixo (se possível, especificar o professor de cada matéria nos cadernos/cursos):

Direito Administrativo – Vicente Paulo & Marcelo Alexandrino/Sinopses JusPodivm.

Direito Ambiental – Fabiano Melo; Frederico Amado.

Direito Civil – Flávio Tartuce. CC para concursos, Jus Podivm.

Direito Constitucional – Pedro Lenza; Marcelo Novelino.

Direito do Consumidor – Flávio Tartuce; Leonardo de Medeiros Gonçalves (CDC comentado artigo por artigo).

Direito Eleitoral – Sinopse Juspodivm, Jaime Barreiros. Material das aulas do Curso CERS.

Direito Empresarial – André Luiz Santa Cruz Ramos

Direito da Criança e do Adolescente – ECA comentado do Rogério Sanches/ Luciano Rossato.

Direito Penal – Parte Geral – Cleber Masson

Direito Penal – Parte Especial do Código Penal – Cleber Masson

Direito Penal – Legislação extravagante – Renato Brasileiro e coleção juspodivm de Leis Penais Especiais.

Direito Processual Civil – Daniel Assumpção. Lia também alguns temas específicos no Fredie Didider.

Direito Processual Penal – Nestor Tavora e muita jurisprudência.

Direito Tributário – Ricardo Alexandre.

Humanística – Noções Gerais de Direito e Formação Humanística (Saraiva); Vade Mecum Humanistico (GEN); Sociologia Jurídica (Ana Lucia Sabadell); Psicologia juridica (Jorge Trindade); Paulo Nader – Livro de IED; Filosofia do Direito Descomplicada, Bernardo Montalvão.

Sentença Cível – Raimundo Silvino da Costa Neto.

Sentença Penal – Ricardo Schimitt, Sentença Penal Condenatória.

Qualquer livro/curso que indique para o concurso que não se encaixa nas matérias acima (ex: livro de discursiva da juspodivm que tem várias matérias, vade-mécum de jurisprudência etc) -

→ Súmulas STF e STJ – Dizer o direito.

→ Livro de informativos resumidos do Dizer o Direito.

→ Curso de Humanística do MEGE.

→ Direito Finaneiro: Harrison Leite.

→ Para as provas discursivas indico o uso do site JusTutor, que tem um vasto banco de questões de concurso, é gratuito e tem correções feitas on line por outros concurseiros. Me ajudou muito.

→ O site do João Lordelo também tem resumos de qualidade gratuitos.

→ Utilizava diariamente o site questoesdeconcurso (qc) para responder questões durante minha preparação para a prova objetiva.

→ Procurava algumas aulas ou explicações de professores (ou outros concurseiros) no youtube quando não compreendia alguma matéria.

Mensagem final:

A aprovação em concurso público é resultado de persistência. Eu não sou muito otimista, então, para mim, ser aprovada em um concurso para a magistratura era algo distante, bem difícil.

Minha família era muito humilde. Morava com minha mãe e meus avós maternos, que não possuem o ensino fundamental completo. Minha mãe conseguiu, com dificuldade, concluir o ensino médio. Eu era a primeira a conseguir ingressar no ensino superior. Vinda de escola pública, o ingresso na universidade pública foi uma batalha, mas conseguido com o auxílio de cursos que concediam bolsas para alunos que conseguiam boas notas em simulados.

A faculdade de Direito veio junto com o primeiro emprego, após aprovação para o cargo de técnico judiciário no Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas, o qual servi por quase 8 anos.

Ao ser aprovada na Defensoria Pública, três anos após a graduação, fiquei muito feliz com a importância do cargo ocupado, da instituição e sua finalidade constitucional. Cheguei a desistir por um tempo da magistratura por acreditar que jamais lograria a aprovação, pois como conseguiria estudar a contento com vários prazos para cumprir na Defensoria, muitos atendimentos, peças e audiências a fazer? Esse sentimento não durou mais que 3 meses e logo consegui um jeito de organizar o tempo e estudar.

No fundo, o sonho da magistratura era antigo e a ideia de não exercer a judicatura soava como algo pendente e de necessária realização. Sempre quis ser juíza, fazer audiências, inspeções, decidir. É o que toca meu coração, é a profissão que desejo exercer, consciente das suas dificuldades e desafios.

Hoje, vejo que somos capazes de chegar ao lugar que desejamos. Todos ao seu tempo e conforme suas dificuldades. Não importa se a aprovação vem com 3, 6 ou 10 anos após a graduação. Cada um tem seu tempo. A minha vez na fila foi 6 seis anos após me formar.

O tempo me ajudou a desenvolver meus métodos de estudo, consolidar conteúdo, aprender muito com outros concurseiros. Errei, grifei muito livro que nem lembro mais que li, fiquei várias vezes reprovada, mas também guardei muito conteúdo, tive algumas aprovações e fiz muitos amigos nessa jornada “concursística”.

Preservar a saúde e a convivência com a família e amigos é fundamental, mas, sinceramente, há momentos em que a nossa ausência precisa ser compreendida. A saúde, bem, essa muitas vezes vai pedir um pouco de ajuda. Tudo é temporário, tudo passa, é resolvido. O empenho e a força são recompensados. A aprovação chega, o exercício diário da profissão sonhada vem em seguida e você vai poder contar para todos o mesmo que estou relatando aqui: que persistir vale a pena.

Ser aprovada no Tribunal de Justiça do Amazonas, Corte da qual fui servidora e no Estado onde moro, era meu objetivo. Estou esperando ansiosamente o dia da minha posse e serei que as lágrimas virão. A posse, no entanto, não será um ponto final nessa trajetória, mas sim os dois pontos para o início da carreira que desejo.

Acho que me alonguei demais, então vai uma última palavra: se você não acredita que vai conseguir passar, que a caminhada está muito árdua, que não aguenta mais estudar, que o sono é forte, que não dá tempo pra mais nada, que tudo que você queria era ir a um restaurante, dançar, correr, conversar, ter um dinheiro (já que os cursinhos e livros te consomem todo), faça um exercício de força! Pense que está carregando um peso bem pesado, mas que vai valer a pena o momento da entrega desse peso, que está logo ali, pertinho, mais perto do que você imagina. Então que seja intensa, bonita e agradável a caminhada, mesmo dura, para você lembrar como foi difícil vestir a sua toga, e para que exerça com esse mesmo empenho a magistratura. Se você não para de pensar um dia sequer em ser Juiz, não vale a pena desistir. Siga sempre!

Você está

Você é

Você faz

Você quer

Você tem (Caetano Veloso, Dom de Iludir).

É isso! Até a próxima!

Histórias de sucesso #50: Juliana Arrais Mousinho – TJAM

Olá pessoal!

Hoje o historias de sucesso é com Juliana Arrais, aprovada no TJSE!

Ela gentilmente nos concedeu a entrevista que segue:

Nome: Juliana Arrais Mousinho

Data de nascimento: 31/08/1989

Naturalidade: São Luís - MA

01 - Concurso(s) para magistratura qual(is) foi aprovado:

R: TJAM

02 - Outros concursos em que foi aprovado:

R: Analista MP/PI

03 - Período de estudos até a primeira aprovação em concursos de magistratura:

R: Em 2013, meu primeiro ano após a graduação, não consegui organizar os estudos e “perdi tempo”. Comecei a estudar com foco e disciplina em janeiro de 2014, tendo sido aprovada em janeiro de 2017, após 03 anos de estudo.

04 - Trabalhou durante os estudos? Cargo?

R: Não, só realizei algumas audiências para utilizar como prática jurídica.

05 - Tempo médio de estudos diário:

R: 06 a 07 horas.

06 - Quantas matérias diferentes lia por dia? E em uma semana?

R: No primeiro ano de estudo, optei por tentar esgotar uma matéria antes de passar para a próxima, mas pra mim não funcionou bem. Em 2014 comecei o Vipjus, que organizava o estudo com no mínimo duas disciplinas por dia. Após o término do curso, mantive essa organização, por entender que os resultados foram melhores.

07 - Estudava sábados/domingos/feriados?

R: Estudava informativos todo sábado de manhã e só usava o sábado à tarde se tivesse atrasado o estudo durante a semana. Vários amigos aprovados estudaram todos os dias, incluindo domingos, feriados, aniversário, natal e ano novo, mas para mim sempre foi importante ter um tempo pra descansar e ficar com as pessoas que eu amo.

08 - Utiliza grupos de facebook/whatsapp para estudar? Acredita que valha a pena?

R: Nunca usei de forma regular, apesar de achar que podem ser muito úteis. Para a prova oral usei bastante, e a ajuda, tanto de conteúdo quanto emocional, foram fundamentais.

09 - Fazia resumos/cadernos ou utilizava algum feito por outras pessoas

R: Usei resumos feitos por outras pessoas para as fases discursivas e oral.

10 - Fazia revisões do estudo nos moldes propostos por alguns coachings (24h, 48h, 7 dias etc)? Com qual frequência?

R: Não. Quando se aproximava a prova objetiva, revisava a jurisprudência e os artigos de maior incidência.

11 - Com qual frequência fazia exercícios para prova objetiva?

R: Todos os dias.

12 - Com qual frequência lia “lei seca”?

R: Quase todos os dias, apesar de sempre ter preferido o estudo doutrinário.

13 - Com qual frequência lia jurisprudência? Lia diretamente dos sites dos Tribunais Superiores ou através de outros sites (como dizer o direito ou EBEJI)?

R: Lia a jurisprudência todo sábado através do Dizer o Direito.

14 - Indicaria algum curso online com foco em magistratura/carreiras jurídicas?  Indicaria algum curso de oratória para a fase oral?

R: Acho que o Vipjus foi fundamental para que eu organizasse os estudos e adquirisse disciplina e fiz um planejamento de estudos com o Professor Aurélio Bouret, que também foi muito importante. Para a fase discursiva e de sentença, fiz o curso no IPC e gostei muito. Para a fase oral, indico o AEJUR e o curso de oratória da Rogéria Guida.

15 - Indica algum método diferenciado de estudos para alguma das fases (objetiva/discursiva/sentenças/oral)?

R: Entendo que cada um tem uma forma de estudar e que não há fórmula mágica, mas considero o estudo doutrinário muito importante e diferencial para as fases discursiva e de sentença. A jurisprudência tem que estar em dia, porque atualmente é cobrada em todas as fases do concurso e a lei seca, apesar de cansativa, ainda é responsável por eliminar ótimos candidatos na primeira fase. Para as fases de sentença e oral, muito treino. Em todas as fases, muita calma.

16 - Estudava a banca/examinadores responsável pela elaboração das provas da segunda fase em diante?

R: Não, mas isso porque só fiz provas de segunda fase elaboradas pela FCC e Cespe.

17 - Se o tribunal é responsável pela elaboração das sentenças e tem um posicionamento diverso do pacificado nos Tribunais Superiores, adotaria qual posicionamento?

R: O dos Tribunais Superiores, mencionando o posicionamento do tribunal.

                                                          BIBLIOGRAFIA

Quais livros/autores ou cursos/cadernos indicaria para os estudos nas matérias abaixo (se possível, especificar o professor de cada matéria nos cadernos/cursos):

Direito Administrativo – Direito Administrativo descomplicado (Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo). Gosto muito do José dos Santos Carvalho Filho, mas a leitura é mais densa e consome mais tempo.

Direito Ambiental – Resumo de Direito Ambiental do Frederico Amado.

Direito Civil – Direito Civil volume único do Tartuce.

Direito Constitucional – Direito Constitucional Esquematizado do Lenza.

Direito do Consumidor – CDC e resumo.

Direito do Eleitoral – Sinopse juspodivm.

Direito Empresarial – Direito empresarial esquematizado do André Santa Cruz e após a construção de uma boa base, só caderno/resumos.

Direito da Criança e do Adolescente – Sinopse juspodivm.

Direito Penal – Parte Geral – Direito Penal Esquematizado do Cleber Masson.

Direito Penal – Parte Especial do Código Penal – Direito Penal Esquematizado do Victor Eduardo Gonçalves.

Direito Penal – Legislação extravagante – lei seca e resumo.

Direito Processual Civil – Direito Processual Civil esquematizado do Marcus Vinicius Gonçalves.

Direito Processual Penal – Norberto Avena para construir uma boa base e depois sinopses juspodivm.

Direito Tributário – Direito Tributário Esquematizado do Ricardo Alexandre.

Humanística – Material do Mege e resumo.

Sentença Cível –

Sentença Penal –

Qualquer livro/curso que indique para o concurso que não se encaixa nas matérias acima: Todos os livros do Márcio André (Dizer o Direito).

É isso! Até a próxima!

 

Histórias de sucesso #49: Matheus Oliveira de Souza – TJCE e TJPB

Olá pessoal!

Hoje o histórias de sucesso é com Matheus Oliveira de Souza, aprovado no TJCE  e no TJPB!

Ele nos concedeu a entrevista que segue:

Nome: Matheus Oliveira de Souza

Data de nascimento: 19.06.1986

Naturalidade: Salvador-BA

01 - Concurso(s) para magistratura qual(is) foi aprovado:

R: TJPB e TJCE (subjudice)

02 - Outros concursos em que foi aprovado:

R: Somente fiz concursos para magistratura estadual.

03 - Período de estudos até a primeira aprovação em concursos de magistratura:

R: 01 ano e 06 meses

04 - Trabalhou durante os estudos? Cargo?

R: Durante todo o período de estudos sempre trabalhei exercendo a função de Assessor de Desembargador, no Tribunal de Justiça do meu Estado.

Na verdade, mesmo que às vezes seja um pouco cansativo chegar em casa e iniciar os estudos depois de um dia puxado de trabalho, para mim sempre funcionou melhor do que ficar por conta apenas dos livros, em período integral. Cada qual sabe sua realidade e deve levar em conta os prós e os contras de estudar em tempo exclusivo ou compartilhar a rotina com alguma outra atividade profissional.

05 - Tempo médio de estudos diário:

R: Em média 04 horas por dia; quando havia alguma prova próxima sempre tentava esticar um pouco mais os estudos.

06 - Quantas matérias diferentes lia por dia? E em uma semana?

R: Despois de muito penar na busca por um método perfeito (rs), acabei estabelecendo uma rotina que deu certo pra mim: estudava 02 matérias por dia, sempre procurando unir temas afins (penal e processo penal, por exemplo), seguindo a ordem durante a semana, de modo que sempre dava para estudar e revisar as matérias dentro de um espaço de tempo relativamente curto.

Na semana então acabava por enfrentar todas as matérias, sempre também reservando um dia, se fosse o caso, para estudar algo que tivesse mais dificuldade, o que ocorria nos finais de semana. 

07 - Estudava sábados/domingos/feriados?

R: Como sempre trabalhei durante a semana, utilizava as manhãs dos sábados e domingos - sempre 04 horas por dia, nunca mais do que isso - para estudar.

Depois de que fizesse minhas 04 horas, aproveitava bastante meus finais de semana, tomava minha cervejinha, saia com meus amigos, enfim, dava uma relaxada mesmo.

Ressalvo apenas as épocas de provas importantes, como discursivas próximas ou mesmo um concurso que tinha mais interesse, quando então geralmente puxava mais o estudo nos sábados e domingos.

08 - Utiliza grupos de facebook/whatsapp para estudar? Acredita que valha a pena?

R: Utilizei muito pouco. Na verdade, apenas quando passava às fases seguintes de determinado concurso participava desses grupos mais para trocar informações e buscar materiais. No geral, como fonte de estudo ordinária, não usava muito.

09 - Fazia resumos/cadernos ou utilizava algum feito por outras pessoas?

R: Utilizei muito os cadernos digitados da LFG que os colegas compartilhavam. Realmente me ajudaram muito, principalmente em matérias que não eram do meu dia-a-dia como Penal e Processo Penal. Também buscava materiais em sites de concurseiros com esquemas e alguns resumos que ajudavam também.

Fazia poucos resumos, apenas nos temas que tinha mais dificuldade, como forma de fixar mesmo. Achava que perdia muito tempo resumindo e, como tinha tempo curto, o custo benefício pra mim não era muito legal.

10 - Fazia revisões do estudo? Com qual frequência?

R: Aproveitava as manhãs de sábados e domingos para revisar a matéria que tinha visto durante a semana. Procurava sempre ler também o mesmo material de estudo que tinha como fonte, para fixar os assuntos.

11 - Com qual frequência fazia exercícios para prova objetiva?

R: Olha, aqui está meu calcanhar de aquiles...rs

Meus piores desempenhos sempre foram em provas objetivas, minha maior dificuldade. Fiz quase 20 concursos para magistratura e só consegui passar em 03 primeiras fases (TJCE, TJPB e TJSP). É importante dizer isso de forma bem sincera, porque muitas vezes ouvia dos colegas mais experientes que quando você passava na primeira, passaria fácil em quase todas as seguintes. Comigo não foi bem assim...rs. Cada prova é uma prova. Tá certo que fiquei por 01 questão em 04 provas, mas era bem frustrante bater na trave por tantas vezes.

Como consegui passar na primeira prova objetiva apenas 04 meses depois de ter iniciado meus estudos de maneira séria, achei que seria “tranquilo” ter sucesso nas seguintes. Na verdade, depois de passar nessa primeira prova objetiva, só fui passar em outra 01 ano e 02 meses depois. Enfim, mesmo treinando bastante, tinha essa dificuldade. Por isso é importante não nos compararmos com ninguém e acreditar no nosso potencial.

12 - Com qual frequência lia “lei seca”?

R: Lia bastante, sempre mesclando com a resolução de questões e os informativos, principalmente quando na proximidade de provas objetivas, minha maior dificuldade.

13 - Com qual frequência lia jurisprudência? Lia diretamente dos sites dos Tribunais Superiores ou através de outros sites (como dizer o direito ou EBEJI)?

R: Lia rotineiramente também. Depois que conheci o Dizer o Direito, não parei mais. Inclusive, o Livro foi verdadeiramente fundamental para as minhas duas aprovações em provas discursivas. Simplesmente metade das provas, praticamente, eu tinha visto as respostas no Livros dos julgados. Nas fases objetivas da CESPE é imprescindível também a leitura dessas jurisprudências. Particularmente, facilita muito pra mim a leitura na forma como o conteúdo é disposto no site do Dizer o Direito.

14 - Indicaria algum curso online com foco em magistratura/carreiras jurídicas?  Indicaria algum curso de oratória para a fase oral?

R: Não fiz nenhum curso on line para magistratura, salvo um específico de 04 encontros por skype para resolução de sentenças – nunca tinha visto uma sentença criminal na vida – com uma juíza do DF chamada Fabiana Perillo - CPIuris (excelente) e o Emagis para treinar questões, mas esse último confesso que não foi muito proveitoso.

Para fase Oral indico muito o curso da Rogéria Guida, no Rio de Janeiro. Quem puder fazer, faça. As duas provas orais que fiz, a semana que passei lá foi fundamental. Eles tem o esquema de você pagar um valor e poder voltar lá quantas vezes quiser. Comigo, por sorte, deu pra eu retornar lá nesse intervalo para fazer as duas provas orais, que aconteceram dentro desse período de 01 ano, de modo que foi muito bom.

15 - Indica algum método diferenciado de estudos para alguma das fases (objetiva/discursiva/sentenças/oral)?

R: Para objetiva, não tem muito segredo: é focar na resolução de questões, lei seca e informativos. Dando bastante ênfase nas matérias que você tem mais dificuldade.

As discursivas e sentenças o diferencial é treinar, bastante. Como no meu dia-a-dia eu redijo decisões, por conta do trabalho, ao mesmo tempo que facilitou muito, também atrapalhou; às vezes a rotina nos impõe alguns vícios que, em provas de concurso, não podem acontecer. A coisa tem de ser muito técnica, sem ser também téorica demais.

Prova oral também não tem para onde fugir, é investir em algum curso – se possível – e treinar muito com os colegas/amigos. Treinava bastante por skype com colegas e isso naturaliza demais todo o processo.

16 - Estudava a banca/examinadores responsável pela elaboração das provas da segunda fase em diante?

R: Isso depende muito do concurso. Em São Paulo, por exemplo, a Segunda Fase é toda elaborada pelos membros do Tribunal, então não tem pra onde correr: os caras cobram os próprios julgados, então tem de conhecer os entendimentos deles. Já os outros dois concursos que fiz, a prova foi realizada pela organizadora mesmo, de modo que o foco era mais no entendimento dos Tribunais Superiores.

17 - Se o tribunal é responsável pela elaboração das sentenças e tem um posicionamento diverso do pacificado nos Tribunais Superiores, adotaria qual posicionamento?

R: Sem vergonha nenhuma, em provas eu adotaria, em uma situação dessas, o entendimento do examinador, sem dúvidas; ressalvando a existência da compreensão diversa pelos Tribunais Superiores.

                                                   BIBLIOGRAFIA

Quais livros/autores ou cursos/cadernos indicaria para os estudos nas matérias abaixo (se possível, especificar o professor de cada matéria nos cadernos/cursos):

Direito Administrativo –

Direito Ambiental – Resumo do Podivm do Frederico Amado

Direito Civil –

Direito Constitucional –

Direito do Consumidor –

Direito do Eleitoral – Resumo do Podivm do Jaime Barreiros

Direito Empresarial –

Direito da Criança e do Adolescente –

Direito Penal – Parte Geral –

Direito Penal – Parte Especial do Código Penal –

Direito Penal – Legislação extravagante -  

Direito Processual Civil -

Direito Processual Penal –

Direito Tributário – Manual do Ricardo Alexandre

Humanística –

Sentença Cível –

Sentença Penal – Sentença Penal Condenatória de Ricardo Schimitt

Qualquer livro/curso que indique para o concurso que não se encaixa nas matérias acima: Indico muito o livro de questões do Juspodivm, para Magistratura Estadual, Revisaço e o Site Questões de Concurso.

 É isso! Até a próxima!

 

Histórias de sucesso #48: Douglas Beckhauser de Freitas – TJAL

Olá pessoal!

Hoje o histórias de sucesso é com Douglas Beckhauser, aprovado no TJAL!

Ele nos concedeu a entrevista que segue:

Nome: Douglas Beckhauser de Freitas     

Data de nascimento: 09/01/1987

Naturalidade: Criciúma/SC

01 - Concurso(s) para magistratura qual(is) foi aprovado:

R: Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

02 - Outros concursos em que foi aprovado:

R: Técnico Judiciário Auxiliar do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (Tempo no cargo – 2008/2013)

Analista Jurídico do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (Tempo no cargo – 2013/2017)

Fui aprovados em outros, de nível médio e superior, mas não dentro do número de vagas ou não tinha interesse em assumir o cargo.

03 - Período de estudos até a primeira aprovação em concursos de magistratura:

R: Cerca de 3 anos.

04 - Trabalhou durante os estudos? Cargo?

R: Sim, como Analista Jurídico.

05 - Tempo médio de estudos diário:

R: 3 a 4 horas/dia, em períodos normais. 6 a 8 horas/dia quando de férias, licença ou em véspera de provas.

06 - Quantas matérias diferentes lia por dia? E em uma semana?

R: 1 por dia e por semana. Gosto de esgotar a matérias antes de passar para outra.  Penso que o conhecimento fica mais sedimentado ao se buscar uma visão do todo.

07 - Estudava sábados/domingos/feriados?

 R: Raramente. Utilizo estes dias para descansar. Para mim faz bem este descanso, pois todas as vezes em que precisei estudar sem intervalos o rendimento da semana seguinte caiu muito. Só estudo em fins de semana se está muito próximo de uma prova ou para fazer algum curso ou simulado.

08 - Utiliza grupos de facebook/whatsapp para estudar? Acredita que valha a pena?

R: Utilizo a partir da 2ª fase. Aliás, um áudio que foi enviado no grupo do TJAL falando sobre o sociólogo Niklas Luhmann na véspera da discursiva foi fundamental para minha aprovação, já que serviu para que os conceitos ficassem mais claros na minha memória na hora da prova.

09 - Fazia resumos/cadernos ou utilizava algum feito por outras pessoas?

R: Meu método de estudo foi (a) ler uma doutrina direcionada para concursos de cada matéria; (b) fazer meu próprio resumo; (c) fazer as revisões do resumo. Em algumas poucas matérias não cheguei a ler doutrina porque acabei aprovado antes de terminar o plano de estudo inicial (Constitucional, Administrativo, Processo Penal e Processo Civil), motivo pelo qual estudei estas matérias por resumos de outras pessoas.

10 - Fazia revisões do estudo nos moldes propostos por coachings (24h, 48h, 7 dias etc)? Com qual frequência?

R: Não. Às vezes fico meses sem revisar uma matéria específica, mas como o meu estudo é “robusto” (passo um tempo só estudando uma matéria e fazendo um resumo próprio), consigo manter por um longo prazo o conteúdo na memória.

11 - Com qual frequência fazia exercícios para prova objetiva?

R: Não fazia. Só no início da preparação eu fiz um pouco, mas vi que não era a melhor estratégia para mim, pois sempre tive facilidade com questões objetivas, tanto é que fiquei muito bem classificado nos concursos de TJA e Analista Jurídico  e desde que iniciei os concursos da magistratura sempre passei da 1ª fase.

12 - Com qual frequência lia “lei seca”?

R: Revisei umas 4 vezes antes da 1ª prova objetiva que fiz (TJSC em 2015, que era meu objetivo principal). Desde lá, nunca mais coloquei esse tipo de estudo na minha rotina. Leio uma ou outra legislação quando sinto necessidade.

13 - Com qual frequência lia jurisprudência? Lia diretamente dos sites dos Tribunais Superiores ou através de outros sites (como dizer o direito ou EBEJI)?

R: Não lia. Passei quase sem estudar informativos. Eu fiz os concursos do TJSC e TJAL apenas para teste, porque não tinha os 3 anos de prática jurídica. Quando passei para 2ª fase, me vi “desesperado” e acabei comprando um livro de “Informativos em frases” para as discursivas e acabou sendo suficiente.

Em realidade, como eu estudava por doutrinas específicas de concurso, acabava aprendendo os entendimentos dos Tribunais Superiores pelo conteúdo contido no livro, o que se mostrou suficiente.

Atualmente, como sigo estudando, comprei o Vade mecum de Jurisprudência do Dizer o Direito e tento acompanhar as atualizações pelo site e por notícias (Migalhas, Conjur etc), mas sem frequência específica.

14 - Indicaria algum curso online com foco em magistratura/carreiras jurídicas?  Indicaria algum curso de oratória para a fase oral?

R: Curso on-line, só fiz o Mege de humanística pro TJSC e achei bom, apesar de não ter servido para as provas que fiz até hoje (é uma disciplina difícil de acertar o tema).

Para oral, recomendo muito a Rogéria Guida, do Rio de Janeiro, que apesar de não ser um curso jurídico foi fundamental na oratória.

15 - Indica algum método diferenciado de estudos para alguma das fases (objetiva/discursiva/sentenças/oral)?

R: Para oral, indico treinos por Skype. Devo ter feito mais de 20 treinos simulando a prova oral com um colega e deu muito certo. A prova oral foi minha melhor nota no certame.

16 - Estudava a banca/examinadores responsável pela elaboração das provas da segunda fase em diante?

R: Sim, sempre. É fundamental.

17 - Se o tribunal é responsável pela elaboração das sentenças e tem um posicionamento diverso do pacificado nos Tribunais Superiores, adotaria qual posicionamento?

R: Depende. Nunca fiquei nesse dilema nas provas de sentenças, mas entendo que depende da controvérsia que paira sobre o tema. Já na prova oral, melhor seguir o entendimento do examinador, mas se for possível demonstrar que conhece o entendimento dos Tribunais Superiores.

                                                        BIBLIOGRAFIA

Quais livros/autores ou cursos/cadernos indicaria para os estudos nas matérias abaixo (se possível, especificar o professor de cada matéria nos cadernos/cursos)

Direito Administrativo – Caderno de amigos

Direito Ambiental – Leis Especiais para Concursos, da Juspdivm

Direito Civil – Manual de Direito Civil – Volume Único – Flávio Tartuce

Direito Constitucional – Caderno de amigos

Direito do Consumidor – Leis Especiais para Concursos, da Juspdivm

Direito do Eleitoral – Direito Eleitoral, Ricardo Cunha Chimenti, da Saraiva

Direito Empresarial – Direito Empresarial Esquematizado – André Luiz Santa Cruz

Direito da Criança e do Adolescente – Sinopse Estatuto da Criança e do Adolescente, da Juspodivm

Direito Penal – Parte Geral – Cleber Masson

Direito Penal – Parte Especial do Código Penal – Direito Penal Esquematizado – Victor Rios Gonçalves

Direito Penal – Legislação extravagante -  Legislação Penal Especial Esquematizado – Victor Rios Gonçalves

Direito Processual Civil – Caderno de amigos

Direito Processual Penal – Caderno de amigos

Direito Tributário –  Ricardo Alexandre

Humanística – Resumos do MEGE – Prof. Rosangelo

Sentença Cível – Curso IPMagis (Juízes de SC)

Sentença Penal – Curso IPMagis (Juízes de SC)

Qualquer livro/curso que indique para o concurso que não se encaixa nas matérias acima :

Vade mecum de Jurisprudência do Dizer o Direito é excelente.

 É isso aí! Até a próxima!

Histórias de sucesso #47: Laura Ribeiro de Oliveira – Primeiro lugar no TJGO

Olá pessoal!

Hoje o histórias de sucesso é com Laura Ribeiro, primeiro lugar no TJGO!

Ela gentilmente nos concedeu a entrevista que segue:

Nome: Laura Ribeiro de Oliveira

Data de nascimento: 20/02/1986

Naturalidade: Monte Carmelo - MG

01 - Concurso(s) para magistratura qual(is) foi aprovado:

R: Magistratura - TJGO

02 - Outros concursos em que foi aprovado:

R: Advogado Caixa Econômica Federal

    Analista Jurídico – Procuradoria Geral do Distrito Federal

03 - Período de estudos até a primeira aprovação em concursos de magistratura:

R: 5 anos e meio

04 - Trabalhou durante os estudos? Cargo?

R: Sim, professora da Faculdade Pitágoras – Campus Uberlândia

05 - Tempo médio de estudos diário:

R: 4 a 5 horas

06 - Quantas matérias diferentes lia por dia? E em uma semana?

R: Por dia – 2 matérias. Por semana -

07 - Estudava sábados/domingos/feriados?

R: Sábados. Domingo em época de prova e quando fui sendo aprovada nas fases do concurso.

08 - Utiliza grupos de facebook/whatsapp para estudar? Acredita que valha a pena?

R: Sim, ajuda muito a sanar as dúvidas.

09 - Fazia resumos/cadernos ou utilizava algum feito por outras pessoas?

R: Utilizava cadernos que fiz durante o cursinho do LFG e cadernos de outras pessoas, também do LFG.

10 - Com qual frequência fazia exercícios para prova objetiva?

R: No meu planejamento, todos os dias fazia exercícios, em média, meia hora.

11 - Com qual frequência lia “lei seca”?

R: Depois de muitas reprovações em primeira fase percebi a necessidade de ler lei seca. Desde que fiz o planejamento de primeira fase, lia todos os dias.

12 - Com qual frequência lia jurisprudência? Lia diretamente dos sites dos Tribunais Superiores ou através de outros sites (como dizer o direito ou EBEJI)?

R: Sábados e Domingos. Site Dizer o Direito.

13 - Indicaria algum curso online com foco em magistratura/carreiras jurídicas?  Indicaria algum curso de oratória para a fase oral?

R: Curso online – LFG

     Curso para a fase oral – Rogéria Guida, IPC e FC3

14 - Indica algum método diferenciado de estudos para alguma das fases (objetiva/discursiva/sentenças/oral)?

R: Sentenças – curso IPC. Fase oral: simulação via Skype com os colegas.

15 - Estudava a banca/examinadores responsável pela elaboração das provas da segunda fase em diante?

R: Com um grupo de amigos, dividíamos as pesquisas de jurisprudência dos membros da Banca (TJGO).

16 - Se o tribunal é responsável pela elaboração das sentenças e tem um posicionamento diverso do pacificado nos Tribunais Superiores, adotaria qual posicionamento?

R: Do Tribunal responsável pela elaboração das sentenças.

                                                       BIBLIOGRAFIA

Quais livros/autores ou cursos/cadernos indicaria para os estudos nas matérias abaixo (se possível, especificar o professor de cada matéria nos cadernos/cursos):

Direito Administrativo – Caderno LFG – Fernanda Marinela. Sinopse - Juspodvum

Direito Ambiental – Caderno (resumo de diversos livros) que me foi fornecido.

Direito Civil – Parte Geral – Sinopse Juspodvum

                        Obrigações – Sinopse Juspodvum

                        Direito das Coisas – Livro Flávio Tartuce – Manual de Direito Civil (alguns pontos) e caderno do LFG

                        Contratos – Livro Flávio Tartuce – Manual de Direito Civil

                        Família – Livro Flávio Tartuce (alguns pontos) e caderno do LFG

                        Sucessões – Livro Flávio Tartuce

Direito Constitucional – Caderno do LFG (Marcelo Novelino) e alguns pontos no Livro do Marcelo Novelino, como controle de constitucionalidade.

Direito do Consumidor – Sinopse Juspodvum

Direito do Eleitoral – Sinopse Juspodvum

Direito Empresarial – Livro Direito Empresarial Esquematizado – André Luiz Santa Cruz

Direito da Criança e do Adolescente – Sinopse Juspodvum

Direito Penal – Parte Geral – Caderno LFG e Sinopse Juspodvum

Direito Penal – Parte Especial do Código Penal – Sinopse Juspodvum

Direito Penal – Legislação extravagante -  Caderno que me foi fornecido

Direito Processual Civil – Caderno LFG – Fredie Didier.

Direito Processual Penal – Sinopse Juspodvum

Direito Tributário –  Livro Direito Tributário Esquematizado – Ricardo Alexandre.

Humanística – Caderno que me foi fornecido.

Sentença Cível – Não li livro, treinava por meio do curso do IPC. Também lia as rodadas de sentenças da Emagis.

Sentença Penal – Livro do Ricardo Schmitt

Qualquer livro/curso que indique para o concurso que não se encaixa nas matérias acima - Curso IPC.

 É isso! Até a próxima!

Histórias de sucesso #46: Márcia Maria Luviseti – TJSE

Olá pessoal!

Hoje o histórias de sucesso é com Márcia Maria Luviseti, aprovada no TJSE!

Ela nos concedeu a entrevista que segue:

Nome: Márcia Maria Luviseti

Data de nascimento: 05/02/1976

Naturalidade: Mandaguari/PR

Concurso(s) para magistratura qual(is) foi aprovado:

R: TJ/SE

Outros concursos em que foi aprovado:

R: Nenhum

Período de estudos até a primeira aprovação em concursos de magistratura:

R: 03 (três) anos

Trabalhou durante os estudos? Cargo?

R: Sim. Advogada/Professora (apenas diminui o meu ritmo de trabalho).

Tempo médio de estudos diário:

R: 08 (oito) horas.

Quantas matérias diferentes lia por dia? E em uma semana?

R: Estudava apenas uma matéria por dia. Somente nos dias mais próximos das provas estudava mais de uma matéria por dia. Nestes dias chegava a estudar até quatro diferentes.

Estudava sábados/domingos/feriados?

R: Sim

Utiliza grupos de facebook/whatsapp para estudar? Acredita que valha a pena?

R: Para estudar não. Para mim foi bastante importante o grupo de WhatsApp para troca de informações e esclarecer eventuais dúvidas.

Fazia resumos/cadernos ou utilizava algum feito por outras pessoas?

R: Utilizava resumos mas não os fazia. Utilizei excelentes resumos elaborados por você Leopoldo rsrs.

Fazia revisões do estudo? Com qual frequência?

R: Sim, sistemática e periodicamente.

Com qual frequência fazia exercícios para prova objetiva?

R: Apenas quando próximo das provas.

Com qual frequência lia lei seca?

R: Não lia lei seca como parte de meu conteúdo de estudo. Fazia as memorizações quando dos estudos teóricos.

Com qual frequência lia jurisprudência? Lia diretamente dos sites dos Tribunais Superiores ou através de outros sites (como dizer o direito ou EBEJI)?

R: Lia quase que diariamente. Utilizava os informativos do STJ/STF e o sítio” dizer o direito”.

Indicaria algum curso online com foco em magistratura/carreiras jurídicas?  Indicaria algum curso de oratória para a fase oral?

R: Nunca fiz curso online. Para a prova oral fiz o curso da Rogéria Guida, o qual indico.

Fiz alguns cursos específicos para a prova de sentença. O primeiro para a prova de sentença (TJ/SP) e tive uma péssima experiência. Não indicaria. E outros para o TJGO e TJAL (Mege e FC3).

Indica algum método diferenciado de estudos para alguma das fases (objetiva/discursiva/sentenças/oral)?

R: Não. Penso que o método de estudo deve levar em conta a forma de cobrança que será feita na avaliação. Entendo que a melhor forma de assimilação de conteúdo depende das características pessoais de cada um, sendo difícil pensar em um método que sirva para todos.

Estudava a banca/examinadores responsável pela elaboração das provas da segunda fase em diante?

R: Não.

Se o tribunal é responsável pela elaboração das sentenças e tem um posicionamento diverso do pacificado nos Tribunais Superiores, adotaria qual posicionamento?

R: Em minha sentença deixaria claro que conheço os dois posicionamentos e fundamentaria a opção pela postura pacificada pelos Tribunais Superiores.

 

                                               BIBLIOGRAFIA

Quais livros/autores ou cursos/cadernos indicaria para os estudos nas matérias abaixo (se possível, especificar o professor de cada matéria nos cadernos/cursos):

Direito Administrativo – Livro: Direito Administrativo Descompilado - Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo e Sinopse da Jurispodium

Direito Ambiental – Livro: Direito Ambiental Esquematizado - Frederico Amado (li apenas alguns pontos para prova oral) e Resumo da Jurispodium

Direito Civil – Livro: Manual de Direito Civil - Flavio Tartuce e Sinopses da Jurispodium

Direito Constitucional – Livro: Direito Constitucional Esquematizado - Pedro Lenza

Direito do Consumidor – LIVRO: Direito do Consumidor - Leis Especiais para Concurso - Leonardo de Medeiros Garcia

Direito do Eleitoral –  Livro: Direito Eleitoral Esquematizado - Thales Pontes de Pádua Cerqueira e Camila Cerqueira

Direito Empresarial – Sinopse Jurispodium

Direito da Criança e do Adolescente – Sinopse Jurispodium

Direito Penal – Parte Geral – Sinopse Jurispodium

Direito Penal – Parte Especial do Código Penal – Sinopse Jurispodium

Direito Penal – Legislação extravagante -  Cadernos de aula LFG

Direito Processual Civil - Livro: Manual de Processo Civil - Daniel Assumpção

Direito Processual Penal – Sinopse Jurispodium

Direito Tributário – Livro: Direito Empresarial Esquematizado - Ricardo Alexandre

Humanística – Material curso Emagis e Cadernos LFG e de outros cursinhos

Sentença Cível – Não adotei livro

Sentença Penal – Não adotei livro

É isso! Até a próxima!

Histórias de sucesso #44: Samuel Rigueira de Castro Coutinho – TJSE

Olá pessoal!

Hoje o histórias de sucesso é com Samuel Coutinho, aprovado no TJSE!

Ele gentilmente nos concedeu a entrevista que segue:

Nome: Samuel Rigueira de Castro Coutinho

Data de nascimento: 15/07/1986

Naturalidade: Brasília-DF

01 - Concurso(s) para magistratura qual(is) foi aprovado:

R: TJSE

02 - Outros concursos em que foi aprovado:

R: Nenhum

03 - Período de estudos até a primeira aprovação em concursos de magistratura:

R: 5 anos

04 - Trabalhou durante os estudos? Cargo?

R: Sim. Advogado

05 - Tempo médio de estudos diário:

R: 08 horas

06 - Quantas matérias diferentes lia por dia? E em uma semana?

R: Estudo por ciclo de estudos (em tempo não muito longo em cada matéria), então variava o numero de matéria por dia (média de 4-6). Por semana estudava as 12 principais do edital mais de uma vez de modo a sempre estar em contato com a matéria.  

07 - Estudava sábados/domingos/feriados?

R: Feriados durante a semana, sim. Em média dois sábados por mês (um sim, um não) e meio período. Domingo, não.

08 - Utiliza grupos de facebook/whatsapp para estudar? Acredita que valha a pena?

R: Facebook, não. Participo de grupos de whatsapp, mas não como uma forma de estudo propriamente dita, mas como um meio de tirar algumas dúvidas ou mesmo motivacional. Acredito que valha a pena, desde que não se torne uma distração.

09 - Fazia resumos/cadernos ou utilizava algum feito por outras pessoas?

R: Sempre fiz resumos do material que estudava. Quanto aos cadernos, estudei por aqueles de cursos que freqüentei.

10 - Fazia revisões do estudo? Com qual frequência?

R: Sim. Antes de adentrar em nova matéria da mesma disciplina revisava a anterior. Além disso, antes de cada prova objetiva revisava todo o conteúdo por meio dos resumos.

11 - Com qual frequência fazia exercícios para prova objetiva?

R: Ao menos duas vezes na semana separava um período da matéria a ser estudada para fazer exercícios de múltipla escolha.

12 - Com qual frequência lia “lei seca”?

R: Nunca gostei de ler a lei separadamente da doutrina. Então, à medida que estudava a matéria lia ambas conjuntamente.

13 - Com qual frequência lia jurisprudência? Lia diretamente dos sites dos Tribunais Superiores ou através de outros sites (como dizer o direito ou EBEJI)?

R: Ao menos uma vez por semana. No início lia diretamente dos sites dos Tribunais. Posteriormente passei a acompanhar o “Dizer o Direito”

14 - Indicaria algum curso online com foco em magistratura/carreiras jurídicas?  Indicaria algum curso de oratória para a fase oral?

R: Atualmente os cursos preparatórios têm mudado muito seu corpo docente. Assim, é difícil apontar um. O candidato deve optar por aquele mais se sente confortável assistindo as aulas.

No que tange à fase oral, indico o curso de oratória da Rogéria Guida, fundamental para minha aprovação.

15 - Indica algum método diferenciado de estudos para alguma das fases (objetiva/discursiva/sentenças/oral)?

R: Utilizei o método de ciclo de estudos, mas não o considero “diferenciado”. Deve-se ter consciência de que cada fase tem sua peculiaridade; portanto, exige uma preparação específica.

16 - Estudava a banca/examinadores responsável pela elaboração das provas da segunda fase em diante?

R: Apenas superficialmente. Li alguns julgado e/ou artigos publicados.

17 - Se o tribunal é responsável pela elaboração das sentenças e tem um posicionamento diverso do pacificado nos Tribunais Superiores, adotaria qual posicionamento?

R: Adotaria o posicionamento que me convença, independente de quem o adote. Apenas ressaltaria que existe o outro entendimento.

                                                      BIBLIOGRAFIA

Quais livros/autores ou cursos/cadernos indicaria para os estudos nas matérias abaixo (se possível, especificar o professor de cada matéria nos cadernos/cursos):

Direito Administrativo: José dos Santos Carvalho Filho e Rafael Carvalho Rezende Oliveira

Direito Ambiental: Curso de Direito Ambiental - Romeu Thomé

Direito Civil: Cristiano Chaves/Nelson Rosenvald, Código Civil Comentado - Cezar Peluso (org.), aulas Pablo Stolze, Flávio Tartuce

Direito Constitucional: Gilmar Mendes, Barroso (controle de constitucionalidade) e Bernardo Gonçalves Fernandes

Direito do Consumidor: Manual do Direito do Consumidor - Antônio Herman Benjamin/Cláudia Lima Marques

Direito do Eleitoral: Curso de Direito Eleitoral – Edson de Resende Castro e Sinopses para Concursos - JusPodivm

Direito Empresarial: Direito Empresarial Esquematizado – André Luiz Santa Cruz Ramos

Direito da Criança e do Adolescente: ECA Comentado – Luciano Rossato/Paulo Lépore/Rogério Sanches

Direito Penal – Parte Geral – Esquematizado: Cleber Masson e Curso de Direito Penal – Rogério Greco, aulas Rogério Sanches

Direito Penal – Parte Especial do Código Penal – Esquematizado: Cleber Masson e aulas Rogério Sanches

Direito Penal – Legislação extravagante: Aulas Rogério Sanches/Renato Brasileiro

Direito Processual Civil: Curso de Direito Processual Civil - Fredie Didier Jr e Manual de Direito Processual Civil – Daniel Assumpção Neves

Direito Processual Penal: Código de Processo Penal para Concursos – Nestor Távora, Curso de Processo Penal – Pacelli e aulas Renato Brasileiro

Direito Tributário: Direito Tributário Esquematizado – Ricardo Alexandre

Humanística: Vade Mecum Humanístico – Editora Método

Sentença Cível: Aulas Fernando Gajardoni

Sentença Penal: Sentença Penal Condenatória - Ricardo Schmitt

Qualquer livro/curso que indique para o concurso que não se encaixa nas matérias acima: Revisaço de questões objetivas da juspodivm

 É isso! Até a próxima!