Histórias de sucesso #76: JOSÉ OLIVEIRA SOBRAL NETO – Aprovado no concurso 187 para Juiz Substituto do TJSP

 Nome: José Oliveira Sobral Neto

Data de nascimento: 22/11

Naturalidade: Aracaju/SE

01 - Concurso(s) para magistratura qual(is) foi aprovado:

R: Primeiro e último foi o TJSP.

02 - Outros concursos em que foi aprovado:

R: Apenas havia sido aprovado para o cargo de Técnico Judiciário do TJ/SE

03 - Período de estudos até a primeira aprovação em concursos de magistratura:

R: Estudando de forma “correta” (era meio desorganizado nos estudos) dezembro de 2014.

04 - Trabalhou durante os estudos? Cargo?

R: Sim, ocupava o cargo de assessor de juiz no TJ-SE

05 - Tempo médio de estudos diário (horas líquidas):

R: 7 horas

06 - Quantas matérias diferentes lia por dia? E em uma semana?

R: Duas matérias ao dia, por exemplo constitucional/administrativo, penal/processo penal. Ressalva feita no tocante as matérias de civil/processo civil estudava dois dias
seguidos. Ao final da semana somava um total de 11 matérias.

07 - Estudava sábados/domingos/feriados?

R: Sim, para mim, não tinha como não deixar de estudar aos sábados/domingos e feriados, uma vez que trabalhava durante a semana e tinha que compensar nos finais de semana.

08 - Utiliza grupos de facebook/whatsapp para estudar? Acredita que valha a pena?

R: Grupos de Whatsaap utilizava bastante, porém a partir apenas da 2ºfase. Acredito sim que valha a pena, mas tem que saber filtrar as informações para não surtar com certos “terroristas” que encontramos no meio do caminho. Nesses grupos também encontrei grandes amigos e hoje colegas de nobre cargo para o cago o qual fomos aprovados.

09 - Fazia resumos/cadernos ou utilizava algum feito por outras pessoas?

R: Gostava mais estudar pelos meus livros, considerando que já estava familiarizado com eles. Mas também, em certas matérias, utilizava alguns cadernos/material feitos
pelos colegas que também me ajudaram bastante, a ex. ECA. Não fazia resumos, apenas grifava o essencial nos livros.

10 - Fazia revisões do estudo nos moldes propostos por coachings (24h, 48h, 7 dias etc)? Com qual frequência?

R: Sim, fazia esse método de revisão, mas adaptando à minha realidade. Por exemplo apenas conseguia fazer as revisões de 24 e 48 horas. Sendo que no final de semana compensava nas revisões.

11 - Com qual frequência fazia exercícios para prova objetiva?

R: em média, 20 questões por dia. Sendo que com a abertura do edital essa média aumentava para 50 questões referentes as matérias estudadas no dia anterior.

12 - Com qual frequência lia “lei seca”?

R: todo dia lia “lei seca”, por ao menos 1 hora e quando possuía alguma tempo no trabalho…

13 - Com qual frequência lia jurisprudência? Lia diretamente dos sites dos Tribunais Superiores ou através de outros sites (como dizer o direito ou EBEJI)?

R: aos finais de semana estudava e fazia resumos dos informativos do STF/STJ disponibilizados pelo Dizer o Direito e também pelo ESINF-Estudo Sistematizado de
Informativos.

14 - Indicaria algum curso online com foco em magistratura/carreiras jurídicas? Indicaria algum curso de oratória para a fase oral?

R: Nunca fiz curso on line para primeira fase, apenas contratei couching em novembro/2014. Quando a cursos na prova oral eu fiz MEGE, CP IURIS, AEJUR e Apparatus com o DR. Ju Lee. Devem procurar o curso que atenda ao seu perfil e da banca examinadora antes, olhar proposta de cada um deles antes de contratar.

15 - Indica algum método diferenciado de estudos para alguma das fases (objetiva/discursiva/sentenças/oral)?

R: Para a discursiva deve prestar bastante atenção na banca examinadora de seu concurso, deve saber TODOS os entendimentos de seus examinadores por que certamente isso será questionado e direcionará o modo de pensar para responder as questões correlatadas. Esse estudo da banca também influenciará as fases posteriores (sentença e prova oral). Além disto, quando enquanto não estava com nenhum concurso em andamento fazia o emagis para ir treinando as sentenças.

16 - Estudava a banca/examinadores responsável pela elaboração das provas da segunda fase em diante?

R: Sim. Foi primordial para aprovação minha.

17 - Se o tribunal é responsável pela elaboração das sentenças e tem um posicionamento diverso do pacificado nos Tribunais Superiores, adotaria qual posicionamento?

R: Nesse caso apresentava as posições dos Tribunais Superiores, mas faria a ressalva que seguiria o entendimento do tribunal no qual estava prestando o concurso para
garantir a segurança jurídica e isonomia.

Recado para aqueles que ainda estão em busca da aprovação:

R: Todos que me conhecem sabem que persistir muito até conseguir a aprovação no concurso para a Magistratura no TJSP, apesar de todas as dificuldades surgidas no
caminho com reprovações sucessivas na segunda fase (discursiva e sentenças) de vários concurso como nos casos do TJ-SE, TJ-SC (duas vezes) , TJ-MS, TJ-GO, TJ-DFT, TJ- RS (nas sentenças) e vários outros ..., sempre levantava a cabeça depois de cada reprovação, sei e muito o quanto é frustrante não ser aprovado na primeira fase e nas posteriores, e da a nossa abdicação e dedicação, mas sempre quis e almejei o cargo de juiz e a respectiva função desempenhada, e hoje fazendo uma retrospetiva da minha trajetória, vejo que todo o esforço foi recompensado, é um sentimento que não consigo ainda expressar em palavras, apenas digo que VALE MUITO A PENA e não desistam de seus sonhos/ideais, apesar das dificuldades que venham a surgir no meio do caminho.